nossos artistas

aleteia.png

Aleteia Daneluz é mulher, feminista, jurista, mãe, artista, praticante de oráculos e das artes mágicas… A obra de Thea Lux já foi exposta em Londres, onde morou e estudou na University Collor London, e depois em Barcelona, Chile, São Paulo e Rio de Janeiro. Na exposição da Piccola Arena, apresentou um misto de artes com performances corporais, street art, sons, objetos e vídeos com imagens de corpos nus. O tabu com o corpo feminino, principalmente em relação ao masculino, é umas das reflexões levantadas na exposição. O do dinheiro é outro tema. As telas da artista Thea Lux fazem um diálogo com as obras do gravurista Bosco Renaud, ressaltando a relação do jogo de poder entre o nu feminino e o dinheiro na sociedadecontemporânea.

aleteia daneluz

bosco.png

Bosco Renaud é um gravador e artista visual brasileiro. É reconhecido internacionalmente na elite dos gravadores, dominando com maestria técnicas de gravura: talho-doce (intaglio), talho-forte (moedas e medalhas) e filigrana. As cédulas criadas pelo gravurista Bosco Renaud - com tratamento gráfico detalhado à perfeição e semelhança do nosso dinheiro - são uma crítica à Casa da Moeda e ao poder dado ao dinheiro. Todas as suas obras possuem uma nomenclatura com embasamento histórico e técnico. Bosco expôs com Aleteia Daneluz e apresentou a performance “Virose Monetária”, propondo ao público presente a colagem de pequenos adesivos, em formas de notas, pelas paredes do espaço.

bosco renaud

cesar.png

Fotógrafo profissional desde 1985, trabalha em estúdio próprio. Seu foco principal tem sido as vistas urbanas e a fotografia comercial de estúdio. Formado em Comunicação Social (PUC-RJ), atua tanto na área publicitária como na fotografia corporativa. Assinou fotos para 20 projetos editoriais e participou de outros 30. Na Prefeitura do Rio de Janeiro, realizou inúmeros projetos e teve seu trabalho publicado no
Dossiê da Candidatura do Rio de Janeiro para o Pan de 2007 e das Olimpíadas de 2016. Fez diversas exposições, entre elas Iconógrafos (1987 e 1988, Escola de Artes Visuais do Parque Lage no Rio e Museu de Artes Modernas, SP); Flores,16 formas de percepção (1999, Casa de Cultura Laura Alvim); Rio Cidade Iluminada (2000, Parque das Ruínas); Transfigurações (2001, Centro Cultural Light).

cesar duarte

daniela.png

“A certa altura, a palavra se tornou insuficiente”. Foi assim que Daniela Versiani, jornalista pela USP e doutora em Literatura pela PUC-Rio, e premiada escritora, expandiu sua produção artística para o campo das artes visuais, buscando conectar seus escritos a uma nova forma de expressão: a pintura. Foi aluna então da Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Suas pesquisas no campo acadêmico versavam sobre a teoria da leitura de textos e imagens e suportes alternativos para o registro e difusão da poesia. Hoje, foca nos seguintes temas: aproximação entre escrita e imagem, livros de artistas, o papel como suporte e meio para a escrita e artes visuais, e a escrita assêmica. Seus trabalhos encontram referências nas iluminuras medievais, em poetas e artistas que combinam escrita e imagem.

daniela versiani

doug.png

Pintor, muralista e um dos pioneiros do graffiti que ajudaram a construir uma identidade para essa arte na região serrana, Doug foi um dos vencedores do edital de ocupação das galerias Piccola Arena. Na sua jornada, Doug constroi pontes entre o que vê e sente, entre natureza e vida urbana, unindo sua arte e habilidades em suportes tão distintos como papel, tela  ou paredes. Com as técnicas e linguagens do graffiti em novos suportes, apropria-se dos espaços ou telas com pintura e desenho em acrílico, óleo, spray, pastel, indian ink, por vezes juntando mais de uma técnica em uma só criação.

doug

fernando.png

Fez sua carreira nos Estados Unidos, na Califórnia, e especializou-se em arquitetura, com trabalhos publicados nas principais revistas americanas e internacionais. Um de seus clientes é o cineasta Clint Eastwood. Hoje mora em São Paulo, operando seu estúdio próprio e realizando fotos aqui e lá. Entre os clicados, Julianne Moore e Roberto Carlos. Expôs nas coletivas da APA (Advertising Photographers of America, 93, São Francisco) e da ASMP (American Society of Magazine
Photographers, 98, Monterey). Já no Brasil, fez individuais na Galeria da Casa 360 (2016) e na Galeria Fefafez (2015); participou da exposição 6xAlbano, em Fortaleza e Juiz de Fora, e das mostras “São Paulo 450 anos” (Conjunto Cultural da Caixa, 2004), Espaço Mais!Home (2017), Feira Cavalete (2018), e no Espaço Fotoforma (2018).

fernando de aratanha

henrique.png

Carioca, sempre dividiu o jornalismo com a fotografia, desde os tempos da Eco-UFRJ. Foi repórter, redator, chefe de redação e editor em revistas e suplementos culturais (Bloch e O Dia), muitas vezes assumindo texto e imagens de matérias. Por 10 anos publicou o Fotodiário Celular, crônica semanal fotográfica com 450 assinantes, produzida com a câmera do celular por vários bairros do Rio. A partir daí, participou da coletiva “Olhar Tátil” (CCJF/RJ); lançou pela Editora Jaguatirica o livro “Fotodiário, registro celular do cotidiano”, teve fotos publicadas semanalmente na Revista Zé Pereira e em edições do projeto @_Rio365. Fez individual na Casa4 Arte & Filosofia (RJ) onde
coordena a ‘Oficina do Olhar Celular’. Foi apresentador do programa Oficina Motor (Globosat) e mantém o canal Rebimboca no Youtube.

henrique koifman

leo.png

O carioca Leo Maluf atuou em produção, cenotécnica, still, assistente de câmera, diretor de fotografia em cinema e TV. Conta inúmeros documentários, comerciais de publicidade, produções independentes. Desde os 10 anos de idade, quando ganhou uma Kodak Instamatic II, nunca teve dúvida de que a fotografia seria seu caminho, abraçando de vez aos 25, quando desistiu do Direito. Na TV Record foi diretor de fotografia e diretor de iluminação. O mesmo cargo exerceu na Copa de
2014 no Maracanã, estando à frente do broadcasting contratado pela FIFA. Também foi responsável pela montagem e operação do broadcasting da ESPN Latin America para as Olimpíadas. Vive em Araras e, embora seja um fotógrafo compulsivo, fez na Piccola sua primeira exposição.

leo maluf

mario.png

Fotógrafo carioca, desde seus tempos de colégio, já expôs ao lado de nomes como Evandro Teixeira e Octales Gonzales. Como jornalista, aliou sua câmera às reportagens para o Jornal do Brasil e The Associated Press. Como artista gráfico, exibiu obras no Salão Nacional de Arte Moderna e no Salão JB/MAM. Por muitos anos dedicou-se à produção musical, com sua gravadora Kuarup, com a qual recebeu 2 prêmios Grammy. Mas voltou à fotografia recentemente, realizando individuais em Petrópolis, nas galerias Venina e Fefafez, e participando
das coletivas 6XAlbano (Centro Cultural Correios Fortaleza e Juiz de Fora). Abraçou a foto em movimento, na direção de documentários e DVDs – de Maria Bethania a Monica Salmaso – com a sua Cineviola Filmes.

mario de aratanha

O Memória é um sobrenome artístico adotado, muito apropriado. Mauricio de Memória é carioca e historiador de formação. Foi professor da Faculdade de Letras da UFRJ e ao mesmo tempo frequentava a Escola Nacional de Belas Artes. Tem mais de 15 exposições realizadas, incluindo grande individual no Sesc Pompeia/ SP. No auge da ditadura, exilou-se na Europa. Ficou mais de 20 anos e seguiu com os estudos de pintura em Milão. Na volta ao Brasil, fixou-se no Rocio, e ali idealizou e construiu a Piccola Arena, onde mantém sua casa, seu atelier e oficina. "Quero usar a pintura, um canal muito específico, para contar um pedaço da história, que é minha e do país."

mauricio de memória

mauricio.png

Formado em administração de empresas com ênfase em marketing e pós-graduado em gerenciamento de projetos, Patury Subutzki passou 10 anos trabalhando com empresas do ramo. Desde 2013, a paixão falou mais alto e ele passou a se dedicar unicamente ao registro de imagens, mergulhando fundo em um dos mercados mais disputados da atualidade. Trabalhou com fotografia de cinema em Nova Iorque, onde
morou, e no estúdio de Gustavo Malheiros, onde participou da edição de diversos livros fotográficos. Viaja com a câmera fotografando pelos quatro cantos do mundo, de Bali a São Francisco, passando pelo Rio e por Petrópolis, onde tem sua casa. Montanhista experiente, exibiu na coletiva In Natura a série feita em uma de suas travessias Petrópolis-Teresópolis.

patury subutzki

patury 2.png

Fotógrafa e documentarista, com pós-graduação nas duas áreas, Paula Monte estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Desde 2012 participou de diversas coletivas, no Rio e em Buenos Aires. Selecionada no projeto residência da Ocupação Artística “ Cemitério do Peixe, Magia e Morte nas artes Visuais”, em MG, desenvolveu a instalação “Via Salaria”. Paralelo à fotografia, mantem um trabalho em marcenaria, com ateliê no Centro de Artes Calouste Gulbekian.  Em consonância com os ideias da Piccola Arena, trouxe ao espaço um pensamento da arte como propagadora de uma consciência ambiental, social, econômica e/ou política. Um questionamento acerca do modelo de produção e consumo vigente em grande parte do mundo, resultante de enorme impacto ambiental.

paula monte

paula.png

Nascido entre Salzburgo e o Tirol, Ralph Schönfelder é um apaixonado pelas montanhas da região, que escalava desde pequeno. Foi aprendiz de marceneiro e já aos 18 anos se formava para o ofício. Em seguida estudou ótica, quando então começou a interessar-se por fotografia. As duas formações técnicas lhe deram ferramentas para que mais tarde pudesse se expressar artisticamente e expandir seus horizontes criativos. Tornou-se alpinista e nas alturas, sempre que possível, registra a beleza da Austria. Mora no Brasil desde 1999. Mudou-se pras montanhas de cá, em Araras, onde desenvolve seu trabalho como designer, marceneiro e fotógrafo. A natureza é sem dúvida sua maior inspiração.

ralph schönfelder

ralph 2.png
raquel.png

Vargas é formada em pintura pela Escola de Belas Artes/UFRJ e tem licenciatura em educação artística/artes plásticas na mesma instituição. A Artista plástica permeia com seu trabalho o universo feminino. A série Corpo Bicho, apresentada na sua mostra individual na Galeria dois, reflete a relação da mulher com seu corpo, desafiando os moldes sociais. Minha prática se dá com as técnicas de pintura e bordado, combinando linha e agulhas sobre aquarela. O suporte tanto pode ser a tela ou o bastidor - estrutura circular geralmente de madeira que recebe
o tecido. Raquel explora assim uma nova estética, sendo os suportes componentes importantes do trabalho, onde são aplicados aquarela e bordado. A fluidez da aquarela contrasta com a força dos pontos arrematados, numa metáfora da força da mulher em busca do seu sagrado feminino. A natureza é aliada e por isso mesmo se une às silhuetas; os elementos se confundem com o corpo para dar origem a um novo todo.

raquel vargas